'' E mesmo que seu teto desabe, ainda lhe restam as estrelas! '''

humor-and-risos:

nescaunocabelo:

que lindooooooooooooooooooooooooooooo! :( 

(Source: 9gagtraduzidos)

Desculpa se senti e não soube demonstrar.

(Source: heyilove)

SEXO SEM CAMISINHA É MÁGICO, aparece um bebê e some um pai.

(Source: drunkrocker)

É aquele velho truque, fechar os olhos e fingir que não viu nada, e tentar se convencer de que não doeu tanto assim.

(Source: ditadomeu)

” Para mim, atualmente, companheirismo e lealdade são meio sinônimos de felicidade! ” 

Tati B.


“Os bares estão cheios de almas tão vazias”… já dizia aquelas velhas canções clichês que eu escutava quando tudo o que me restara era o sons e as batidas das melodias. Tranquei-me muitas vezes em um mundo onde era só meu, feito pro meu consumo de escuridões. Perder, se decepcionar, acreditar demais, e no fim de tudo, deparar-me na mesma forma de sempre, morta por dentro. Acontece repentinamente, comigo. Com você não? Então me explica, fala o que eu devo fazer pra deixar de acreditar em coisas tão pequenas, em promessas fúteis, em corações desapaixonados que só querem me iludir. Me mostra a solução, a fórmula perfeita. O que fazer para arrancar de dentro do peito um amor sufocante? Alguém deveria criar um jeito, algum jeito de nós não nos machucarmos. Será que se isolar é o melhor a fazer? Perguntas, perguntas e mais perguntas, como sempre… tudo permanece uma grande interrogação. Agora olho para mim e vejo no que me tornei. Um poço de erros, de enganos, de mal-amores e de perdas. Estou caindo em um abismo profundo, onde ninguém, em contato físico poderá me salvar. Ao menos que fosse feita uma máquina do tempo, pra quem sabe, dessa vez eu não acreditar mais em todas as palavras ouvidas subitamente no meio de uma tal carência, adquirida pelo frio. Veja, pessoas enganam, mentem e depois somem assim do nada. Pensam que a minha vida é um vagão de trem, onde entra-se e sai pessoas a todo momento. Coração meu, feito só para bombear sangue para o resto de todos os meus corpos, está despedaçado, estraçalhado, como nunca esteve antes. Mal está pulsando de tão maltrapilho e pisoteado que ficou. E aquele pequeno trecho no começo da minha escrita, talvez defina no que me reconheço agora. Vazia, cansada de errar, de apostar sempre no jogo contraditório, de pensar que ‘dessa vez vai ser diferente’ Nunca é, e nunca vai ser. É incrível como as pessoas que entram em minha vida, fazem questão de não passarem apenas de mais uma que me machucou. O erro sou eu? Ou sempre o erro sou eu? Todos poderiam dizer que sim, mas acredito de não. Parte de mim, sempre quer não se enganar, mas outra parte (a parte mais forte que sempre prevalece) pulsa alto para que eu arrisque mais uma vez, sempre. Tente a cima de tudo, e isso anda esquartejando o meu órgão bombeador de vida, isso anda matando meu coração. As lágrimas já não resolvem mais nada, chorar não é a melhor solução, mas alivia. Tira um peso de dentro, por mais que essas tal lágrimas venham acompanhadas por dores, por amores não correspondidos, por sentimentos argutos, eu ainda vou tentar sorrir, mesmo que por dentro, esteja corroendo como um ácido sulfúrico. Eu vou tentar ser forte, mesmo sabendo que no fundo, eu não passo de uma morta-viva. Viva por fora e morta por dentro. Kamylla Mazzoni, (s-cribbles)


“Os bares estão cheios de almas tão vazias”…
 já dizia aquelas velhas canções clichês que eu escutava quando tudo o que me restara era o sons e as batidas das melodias. Tranquei-me muitas vezes em um mundo onde era só meu, feito pro meu consumo de escuridões. Perder, se decepcionar, acreditar demais, e no fim de tudo, deparar-me na mesma forma de sempre, morta por dentro. Acontece repentinamente, comigo. Com você não? Então me explica, fala o que eu devo fazer pra deixar de acreditar em coisas tão pequenas, em promessas fúteis, em corações desapaixonados que só querem me iludir. Me mostra a solução, a fórmula perfeita. O que fazer para arrancar de dentro do peito um amor sufocante? Alguém deveria criar um jeito, algum jeito de nós não nos machucarmos. Será que se isolar é o melhor a fazer? Perguntas, perguntas e mais perguntas, como sempre… tudo permanece uma grande interrogação. Agora olho para mim e vejo no que me tornei. Um poço de erros, de enganos, de mal-amores e de perdas. Estou caindo em um abismo profundo, onde ninguém, em contato físico poderá me salvar. Ao menos que fosse feita uma máquina do tempo, pra quem sabe, dessa vez eu não acreditar mais em todas as palavras ouvidas subitamente no meio de uma tal carência, adquirida pelo frio. Veja, pessoas enganam, mentem e depois somem assim do nada. Pensam que a minha vida é um vagão de trem, onde entra-se e sai pessoas a todo momento. Coração meu, feito só para bombear sangue para o resto de todos os meus corpos, está despedaçado, estraçalhado, como nunca esteve antes. Mal está pulsando de tão maltrapilho e pisoteado que ficou. E aquele pequeno trecho no começo da minha escrita, talvez defina no que me reconheço agora. Vazia, cansada de errar, de apostar sempre no jogo contraditório, de pensar que ‘dessa vez vai ser diferente’ Nunca é, e nunca vai ser. É incrível como as pessoas que entram em minha vida, fazem questão de não passarem apenas de mais uma que me machucou. O erro sou eu? Ou sempre o erro sou eu? Todos poderiam dizer que sim, mas acredito de não. Parte de mim, sempre quer não se enganar, mas outra parte (a parte mais forte que sempre prevalece) pulsa alto para que eu arrisque mais uma vez, sempre. Tente a cima de tudo, e isso anda esquartejando o meu órgão bombeador de vida, isso anda matando meu coração. As lágrimas já não resolvem mais nada, chorar não é a melhor solução, mas alivia. Tira um peso de dentro, por mais que essas tal lágrimas venham acompanhadas por dores, por amores não correspondidos, por sentimentos argutos, eu ainda vou tentar sorrir, mesmo que por dentro, esteja corroendo como um ácido sulfúrico. Eu vou tentar ser forte, mesmo sabendo que no fundo, eu não passo de uma morta-viva. Viva por fora e morta por dentroKamylla Mazzoni, (s-cribbles)